quarta-feira, 1 de agosto de 2012

História da Música Brasileira - Ricardo Kanji - Cap. 5

História da Música Brasileira - Capítulo 5. Pe. José Maurício Nunes Garcia: um brasileiro nos ouvidos da Corte.





O quinto episódio de História da Música Brasileira é dedicado à música de José Maurício Nunes Garcia (1767-1830), o maior compositor afro-descendente de música sacra dos séculos XVIII e XIX, desde sua primeira composição conhecida, Tota pulchra es Maria (1783), escrita aos 16 anos de idade. O episódio inclui informações sobre sua ordenação sacerdotal, seu desenvolvimento profissional e sua relação com a elite monárquica e com o compositor Marcos Portugal, que chegou ao Rio de Janeiro em 1811 para assumir a função de compositor da corte. Além de obras sacras, o programa apresenta, na íntegra, duas de suas peças orquestrais: as Aberturas em Ré e Zemira.


Série de 10 capítulos produzida por Ricardo Kanji (criador, diretor artístico e apresentador); Ricardo Maranhão (historiador); Paulo Castagna (musicólogo); Reinaldo Volpato (diretor de TV) e Vox Brasiliensis Coro e Orquestra, dirigida por Ricardo Kanji, em 1999.

História da Música Brasileira - Ricardo Kanji - Cap.4

História da Música Brasileira - Capítulo 4. Ouro, diamantes e música em Minas.




O quarto episódio de História da Música Brasileira é dedicado aos compositores mineiros e afro-descententes José Joaquim Emerico Lobo de Mesquita e João de Deus de Castro Lobo. Lobo de Mesquita nasceu na Vila do Serro, por volta de 1746 e transferiu-se para o Arraial do Tijuco (atual Diamantina) cerca de trinta anos depois, onde viveu seu período mais produtivo, transferindo-se em 1798 para Vila Rica (hoje Ouro Preto), e em 1801 para o Rio de Janeiro, onde exerceu o cargo de organista da Ordem Terceira do Carmo até sua morte, em 1805. Castro Lobo nasceu em Vila Rica em 1794 e faleceu em Mariana em 1832, cidade na qual desempenhou os cargos de mestre da capela da cate-dral e organista, trabalhando junto ao órgão que foi assunto do terceiro episódio desta série. Entre as obras de Lobo de Mesquita, foi incluído o Ego enim accepi a Domino (Lição VIII das Matinas de Quinta-feira Santa), que mais provavelmente foi escrito por Jerônimo de Sousa Lobo em Vila Rica, em fins do século XVIII ou princípios do século XIX.


Série de 10 capítulos produzida por Ricardo Kanji (criador, diretor artístico e apresentador); Ricardo Maranhão (historiador); Paulo Castagna (musicólogo); Reinaldo Volpato (diretor de TV) e Vox Brasiliensis Coro e Orquestra, dirigida por Ricardo Kanji, em 1999.


História da Música Brasileira - Ricardo Kanji - Cap. 3

História da Música Brasileira - Capítulo 3. A música no período áureo de Minas Gerais.




O terceiro e quarto episódios de História da Música Brasileira referem-se à música sacra escrita em Minas Gerais no século XVIII, principalmente por compositores afro-descendentes. Este terceiro episódio aborda a perseguição da música africana pelas auto-ridades eclesiásticas da época e o cultivo da música sacra nas igrejas e das canções portuguesas no ambiente doméstico, ainda que em algumas dessas canções se observe o interesse português pela visão de mundo africana. Entre obras de compositores portu-gueses, como o Pueri Hebræorum para três vozes e baixo e talvez o Bajulans para qua-tro vozes e baixo, este episódio apresenta composições mineiras de Francisco Gomes da Rocha (c.1754-1808), Manuel Dias de Oliveira (c.1735-1813) e Inácio Parreiras Neves (c.1730-c.1791). Também foi dedicado espaço, neste episódio, à arquitetura sacra e ao órgão da catedral de Mariana, provavelmente construído em Hamburgo por Arp Schnitger em 1701, mas enviado a Minas Gerais por ordem do rei de Portugal em 1750.


Série de 10 capítulos produzida por Ricardo Kanji (criador, diretor artístico e apresentador); Ricardo Maranhão (historiador); Paulo Castagna (musicólogo); Reinaldo Volpato (diretor de TV) e Vox Brasiliensis Coro e Orquestra, dirigida por Ricardo Kanji, em 1999.

História da Música Brasileira - Ricardo Kanji - Cap. 2

História da Música Brasileira - Capítulo 2. A música setecentista no Brasil




O segundo episódio de História da Música Brasileira aborda a música de tradição euro-péia composta em Pernambuco, Bahia e São Paulo no século XVIII. Embora a maior parte das obras musicais escritas no Nordeste brasileiro dessa época tenha sido perdida, o programa tenta apresentar um panorama da produção que ocorreu nessas regiões antes da Independência. Dificilmente qualificável como barroco ou mesmo clássico, esse repertório estende-se das obras portuguesas cantadas no Brasil (como a primeira peça cantada neste episódio, que hoje sabemos ser do português renascentista Manuel Cardoso) até as composições que apresentam mistura de elementos musicais de vários estilos, incluindo o melodismo da ópera italiana, mesmo na música sacra. Escritas em uma fase escravocrata, na qual essas regiões brasileiras eram marcadas pelo genocídio das comunidades indígenas e apropriação de suas terras para a exploração agro-pecuária, as obras apresentadas neste programa refletem a cultura dos europeus que se beneficiavam do sistema sócio-econômico imposto às comunidades locais. Mesmo assim, algumas idéias e sonoridades africanas já eram presentes nos lundus que circulavam por várias camadas sociais e mesmo em algumas canções que a elite portuguesa praticava em suas residências.


Série de 10 capítulos produzida por Ricardo Kanji (criador, diretor artístico e apresentador); Ricardo Maranhão (historiador); Paulo Castagna (musicólogo); Reinaldo Volpato (diretor de TV) e Vox Brasiliensis Coro e Orquestra, dirigida por Ricardo Kanji, em 1999.

História da Música Brasileira - Ricardo Kanji - Cap. 1

História da Música Brasileira - Capítulo 1. Introdução & primeiros tempos da música no Brasil.




O primeiro episódio de História da Música Brasileira inicia-se com a execução, pela orquestra Vox Brasiliensis, da Abertura Zemira de José Maurício Nunes Garcia, a obra que se tornou a vinheta sonora e visual da série. Ricardo Kanji apresenta, em seguida, uma introdução ao projeto, que inclui uma conversa com Paulo Castagna sobre o trabalho com manuscritos musicais, no Arquivo da Cúria Metropolitana de São Paulo Informações gerais sobre o início do domínio europeu do Brasil e sobre a relação com os indígenas e africanos são ligadas à atividade musical dos séculos XVI, XVII e princípios do XVIII, com vários exemplos sonoros, incluindo Matais de incêndios, a primeira composição polifônica encontrada em manuscrito musical brasileiro.


Série de 10 capítulos produzida por Ricardo Kanji (criador, diretor artístico e apresentador); Ricardo Maranhão (historiador); Paulo Castagna (musicólogo); Reinaldo Volpato (diretor de TV) e Vox Brasiliensis Coro e Orquestra, dirigida por Ricardo Kanji, em 1999.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Educação Musical: Série Pedagogias: Método Willems 6 - Atividades Musicais para Crianças


Atividades Musicais para Crianças


Carmen Mettig Rocha



Introdução:


É inegável a importância da música na vida da criança!
Os mais renomados pedagogos falaram da sua influência positiva no processo educativo e também da necessidade de vivenciá-la desde cedo. A escola com certeza é o local mais apropriado para oportunizar a todas as crianças, esta rica experiência .


Justificativa:

Através da música despertamos o interesse pelo mundo sonoro, desenvolvemos a capacidade auditiva,exercitamos a sensório motricidade, as cordas vocais, a respiração;trabalhamos o sentido corporal, gestual, aprimorando cada vez mais a sensibilidade para a arte musical.

A música tem um poder socializador, desinibidor,canalizando tensões, contribuindo efetivamente para o desenvolvimento psicosocial e afetivo da criança.

Importante é o papel da mãe e do professor na escola, que devem favorecer um bom ambiente musical para que possa despertar desde cedo o gosto “pela beleza” e pelo “bem feito”, requisitos indispensáveis para um trabalho artístico.

A escola será sempre responsável pela continuidade do processo, devendo oportunizar experiências musicais agradáveis e criativas para que a criança sinta-se cada vez mais receptiva e impulsionada nesta experiência musical.

Prática:

Devemos distribuir o horário disponível para 4 diferentes atividades:

1- A Canção
2- Desenvolvimento Auditivo
3- O Ritmo
4- Movimento Corporal ou locomoção

A Canção

A canção desempenha um papel muito importante no trabalho da iniciação musical.
Através dela, poderemos sensibilizar a criança, despertar sentimentos de beleza, exercitar o ritmo, o sentido de fraseado, iniciar o conhecimento do nome das notas, etc.
É preciso que o professor saiba escolher o repertório; bonito, simples e da compreensão da criança. Importante é a utilização correta da voz, sem esforço exagerado (cantando sem gritar), o que colabora para um resultado mais bonito, mais musical.

Podemos utilizar:

• Canções mimadas
• Canções para trabalhar o ritmo
• Canções para o movimento corporal
• Canções para a bandinha
• Canções de roda
• Canções do nosso folclore
• Canções com nomes de notas

O Ouvido Musical

O desenvolvimento auditivo é imprescindível à arte musical. A atenção, o interesse ao som colaboram para um “bom escutar”.
Existe um vasto material sonoro que pode ser utilizado na educação musical (sinos, apitos, brinquedos sonoros, instrumentos musicais e um vasto material de sucata. (baldes, latas, copos e forminhas plásticas, apitos de madeira etc)

Podemos realizar atividades como:

• Ouvir ruídos, sons da natureza, vozes de animais
• Ouvir e reconhecer material sonoro
• Reproduzir o som, a melodia, a canção
• Classificar os sons (grave/agudo)
• Casar sons iguais
• Ordenar sons (do mais grave para o mais agudo)

O Ritmo

Desde cedo devemos despertar o instinto rítmico da criança, a energia vital, o ritmo propriamente dito.
Aos poucos a criança vai incorporando o sentido do tempo, coordena os seus movimentos e trabalha a independência rítmica motora.

Atividades rítmicas:

• Batimentos livres
• Batimentos regulares
• Batimentos com acento (nome próprios, flores, animais, transportes etc.)
• Batimentos de frases, quadras e provérbios
• Batimentos com intensidades diferentes
• Batimentos com contagem
• Batimentos da canção (modalidades rítmicas - o tempo, o ritmo, a divisão e o dobro)
• Batimentos com movimentos corporais
• Batimentos rítmicos em jogos para coordenação rítmica motora


Movimentos Corporais e Locomoção

A criança se comunica espontaneamente através dos gestos; os movimentos corporais e as formas básicas da locomoção ( andar, correr, saltar, balancear) são ótimos recursos no trabalho da educação musical. A criança exercita o sentido espacial, a boa postura sempre inventando maneiras diversas de se movimentar e se locomover.


Atividades:

• Imitar movimentos
• Criar movimentos
• Andar seguindo a pulsação
• Andar, correr com paradas súbitas
• Andar, correr com mudança de direção
• Andar com contagem
• Andar cantando uma melodia
• Andar frases de música
• Correr e saltar
• Criar e realizar pequenas coreografias.

O professor de música deve ter entusiasmo pelo seu trabalho e utilizar sua criatividade em prol de um trabalho dinâmico e atraente, contribuindo para que a criança descubra e vivencie a beleza da arte musical.


Link Original: http://www.musicaiem.com.br/textos/atividades%20musicais%20para%20crianca.asp

domingo, 29 de julho de 2012

Cérebro de músicos tem mais substância


Cérebro de músicos tem mais substância


Os músicos têm mais massa cinzenta em determinadas regiões do cérebro, revela um novo estudo dos cientistas Dr. Christian Gaser, da Universidade de Jena (Alemanha), e Dr. Gottfried Schlaug, da Escola de Medicina de Harvard (Estados Unidos).

      


As diferenças entre os cérebros de músicos profissionais, de músicos amadores e de não-músicos
Ao comparar o cérebro de músicos profissionais, amadores e não-músicos, os cientistas constataram diferenças na quantidade de massa cinzenta de determinadas regiões responsáveis pela audição, visão e controle motor. Os resultados do estudo foram publicados na edição de outubro do renomado Journal of Neuroscience.


"Os músicos são objetos prediletos da pesquisa do cérebro", afirma o Dr. Gaser, pois tocar um instrumento é algo que começa desde criança e exige muito da audição e da motricidade fina das pessoas. Uma das particularidades da música é que os músicos precisam transformar rapidamente as informações visuais — as notas musicais — em movimentos dos dedos.
A pesquisa dos doutores Gaser e Schlaug constatou que as diferenças da estrutura do cérebro dos três grupos estudados — músicos profissionais, músicos amadores e não-músicos — estão relacionadas à intensidade do treinamento musical. Quanto melhor treinado o músico, maior é a proporção de massa cinzenta. Como se sabe, a quantidade da massa cinzenta é determinante no grau de inteligência de um indivíduo.


Ressonância magnética para medir o cérebro


Os cientistas utilizaram a tomografia por ressonância magnética para obter representações visuais em três dimensões do cérebro. Para isto o Dr. Gaser desenvolveu um novo método de medição, inspirado na eletrotécnica e na morfometria, que permite estudar a transformação temporal da "paisagem cerebral".


As imagens obtidas permitem deduzir, por exemplo, que os instrumentistas utilizam muito mais a mão esquerda do que as pessoas que não tocam nenhum instrumento. A principal conclusão do estudo é que a prática constante de um instrumento influencia de forma positiva o desenvolvimento do cérebro.


Ao que tudo indica, o efeito do treinamento musical no cérebro é semelhante ao da prática de um esporte nos músculos, afirma o Dr. Gaser.


Talento musical é nato ou adquirido?


A partir desses primeiros resultados, os dois pesquisadores querem agora resolver um dos principais enigmas da música: descobrir se o cérebro dos músicos é diferente desde o nascimento, e por isso é que eles se tornam músicos, ou se as diferenças de estrutura cerebral se desenvolvem em função do treinamento musical.


A partir deste ano, eles começaram a estudar o cérebro de um grupo de crianças americanas entre 5 e 7 anos de idade. Os meninos serão acompanhados desde o início de sua educação musical, durante três anos. Eles estão divididos em três grupos: o primeiro aprende a tocar um instrumento, o segundo freqüenta um curso de música mas sem aprender um instrumento e o terceiro grupo só freqüenta as aulas de música da escola.


O desenvolvimento do cérebro dessas crianças será documentado em intervalos regulares, através de imagens de ressonância magnética e do método de morfometria aperfeiçoado pelo Dr. Gaser. Isto permite detectar qualquer pequena transformação ocorrida em regiões específicas do cérebro.


Os cientistas esperam assim fornecer uma resposta definitiva à questão: por que os cérebros do músico têm mais substância?


Link: http://www.dw.de/dw/article/0,1564,1017888,00.html

terça-feira, 24 de julho de 2012

Artigos: Infantil ou infantilizado?

Texto escrito por: André de Sousa


Infantil ou infantilizado?




Na grande era da tecnologia em que vivemos, é um desafio para os educadores de todo país fazerem o resgate do folclore brasileiro das suas brincadeiras e suas canções.


Será possível competir com os computadores, os moderníssimos vídeo-games com jogos 3D, os desenhos japoneses e os “astros” da música teen pop?


Um claro exemplo de gravação que não ajuda neste processo é o cd Músicas folclóricas Brasileiras, da editora Abril, em parceria com a fundação Victor Cívita. Quando se assina a revista Nova Escola o cd vem como brinde, para que os pedagogos, professores de arte e educadores em geral possam utilizar em suas aulas nas escolas de todo país.




O cd contém 26 faixas, 13 canções de várias regiões brasileiras mais seu o playback, mas, o que não colabora com a curiosidade e interesse na escuta é a maneira como o mesmo foi gravado. Todos os sons são produzidos por um sintetizador, na faixa “A carrocinha” uma marcha de carnaval, na introdução uma flauta pícollo e um trombone fazem um solo enquanto uma bateria, baixo e piano elétrico sustentam a base, em seguida entra uma voz feminina entra cantando o tema. Bem, esta descrição enquanto aos instrumentos de sopro é uma mera suposição, ajudado pelo gênero da musica, pois seguindo somente o som sem acompanhamento, poderia se sugerir vários outros instrumentos. A maneira de cantar também infantilizada transparece uma boa intenção; a de ser musicalmente infantil.



As lojas estão cheias de CDs, DVDs “educativos”, “infantis”, mais na sua maioria não passam de uma maneira equivocada de interpretar o universo da criança, como se não pudesse conter musicas com arranjos elaborados, utilizando diversos timbres e instrumentos, abertura de vozes etc. A música tem se adequar aos tempos modernos, não disputando, mas, oferecendo elementos que a modernidade não aborda.
 

No Brasil há uma dezena de educadores musicais, que buscam de maneira criteriosa preencher estas lacunas, produzindo materiais que abordam o folclore, e também materiais pedagógicos, para que, ai sim, os profissionais de educação possam sem medo oferecer aos seus alunos um material artisticamente atraente, com conteúdo selecionado para fazer pesquisas, jogos e dinâmicas.
 

Podemos ver o trabalho da mineira Cecília Cavalieri França, educadora musical Ph. D, professora adjunta da UFMG, possui diversas publicações e dois CDs de canções infantis de uma série Poemas Musicais. O cuidado em que ela produz seus materiais é de uma incrível sutileza, o livro disponível com partituras para acompanhar o cd, é muito bem impresso em papel de qualidade e os cadernos que vão para as crianças, têm muitas cores e desenhos, sem ser confuso visualmente.



No cd Poemas Musicais: ondas, meninas, estrelas e bichos (2003), finalista do prêmio TIM 2004, na faixa “Maria fumaça” a criança é levada a um passeio, morro acima – morro abaixo através da utilização de cinco notas da escala de Re maior, já na introdução notamos uma atmosfera lúdica e muito bem ambientada pelos diversos instrumentos que compõem a faixa, o arranjo é muito bem elaborado e cheios de convenções, piano, cello e flautas comandam a Maria fumaça e a cada repetição o arranjo se refaz, a canção é cantada por um coro de crianças muito bem afinadas.




Esse é um dos muitos exemplos que podemos encontrar, uma musica de qualidade no texto, na instrumentação, no arranjo, nas estruturas e na gravação. Por que não colocar esses exemplos em evidência para que todos os educadores possam conhecer e terem acesso? Por que gastar tempo e dinheiro em publicações com pouca qualidade, e que, a poucos vão interessar?  Assim como na música dos adultos, as crianças vivem uma turbulência em busca de uma música que as possam representar, já que eles não podem lutar por isso, vamos nós os adultos protestar e exigir mais atenção na formação musical dos nossos pequenos.   

Link: http://www.ceciliacavalierifranca.com.br/inicio/

Link: http://ceciliacavalierifranca.blogspot.com.br/


André de Sousa

Educador Musical, formado em Licenciatura Plena em Música pela UNIFIAMFAAM, pós - graduando em Educação Musical pela Faculdade Cantareira, atualmente é professor do Projeto Guri Santa Marcelina, autor do Blog Musicaliza Brasil e colaborador do Música e Movimento.

Link: http://musicalizabrasil.blogspot.com.br/

Link: http://www.musicaemovimento.com.br/

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Educação Musical: Hambone percussão corporal

Texto escrito por: Pedro Consorte

Link original: http://fritosbr.wordpress.com/2012/04/20/a-percussao-corporal-como-recurso-musical-2/


HAMBONE (Juba Dance) é um estilo de dança rítmica, inventado por escravos afro-americanos que não podiam usar nenhum tipo de instrumento musical. Pelo fato de alguns escravos poderem se comunicar por meio da percussão de tambores, os comerciantes de escravos proibiram qualquer tipo de instrumento, o que acabou estimulando a utilização do próprio corpo. Nesta técnica, leves tapas no peito, coxas e pernas são combinados com batidas dos pés no chão e palmas.