quinta-feira, 29 de agosto de 2013
domingo, 18 de agosto de 2013
Matéria: Aprender música antes dos 7 anos ajuda no desenvolvimento da criança
Atividades musicais podem ajudar no desenvolvimento cerebral, mas educadora ressalta que é preciso respeitar os interesses da criança em cada fase
Marcela Bourroul
Para realizar a pesquisa, foram montados três grupos: um com músicos profissionais que começaram a aprender antes dos 7 anos, músicos profissionais que começaram a estudar música depois dos 7 anos e pessoas que nunca haviam praticado um instrumento. Todos os participantes tiveram que executar alguns movimentos com o corpo. Usando aparelhos específicos, os pesquisadores mediram a resposta cerebral de cada um dos participantes durante o exercício. O objetivo dos pesquisadores era descobrir se existia algum tipo de conexão no cérebro que só poderia ser feita em determinada idade.
Ao analisar as habilidades motoras de cada grupo, eles notaram que os adultos que haviam começado a estudar música mais cedo tinham mais conexões entre as áreas motoras do lado esquerdo e do lado direito do cérebro. Entre aqueles que não eram músicos profissionais e os músicos que haviam começado seus estudos mais tarde, não havia diferença. Para os especialistas, isso confirmou a hipótese inicial. Vale lembrar que o estudo não estava avaliando a qualidade musical dos participantes, mas sim estudando sua estrutura cerebral.
Para o neuropediatra Mauro Muszkat, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), os resultados obtidos pela pesquisa fazem muito sentido, pois o cérebro realmente tem os chamados “períodos sensíveis” e certas conexões só podem ser construídas nesses momentos. Isso acontece em relação não só com habilidades motoras, mas com a linguagem, audição e visão.
De acordo com Muszkat, existem muitos pesquisadores que estudam a relação entre a música e o cérebro, e esse é outro estudo que reforça o benefício desse contato. “Um dos motivos para que a música traga tantos benefícios à criança é que ela trabalha múltiplas habilidades, estimulando a parte motora, a audição, o raciocínio, as noções de proporção e ritmo, as emoções, a sensibilidade e, assim faz com que várias áreas do cérebro funcionem simultaneamente”, diz o especialista.
Respeite o tempo da criança
A educadora musical Teca Alencar de Brito, professora do Departamento de Música da Escola de Comunicações e Artes da USP, afirma que é possível introduzir a música no mundo de crianças de todas as idades, mesmo as mais novas. Porém, é preciso respeitar seu modo de perceber o mundo. Por exemplo, uma criança de 4 anos que quer aprender a tocar piano não necessariamente quer aprender a ler uma partitura. Ela pode simplesmente querer apertar as teclas e explorar as possibilidades daquele instrumento. Uma aula ou um professor que tente diminuir esta espontaneidade provavelmente aborrecerá a criança e a afastará do piano.
Teca reconhece os múltiplos benefícios desse contato, mas faz uma ressalva: “Tudo depende do modo como é feito. Tem crianças que começam a fazer aula muito cedo e não têm experiências boas. Ter contato com a música não significa só aprender um instrumento e saber ler uma partitura. Se a aula for chata, a criança vai se desinteressar”, explica. Ela explica que é preciso respeitar e acompanhar o desenvolvimento da criança, e introduzir o treino mais formal quando ela estiver mais madura.
Enquanto isso, há muitas possibilidades de trabalhar a música, como deixar as crianças explorarem possibilidades de sonorização e objetos, fazer música em grupo e conhecer os instrumentos. Para Muszkat, não é preciso treinar um instrumento para desenvolver os conhecimentos musicais, basta que a aula de música possibilite a participação ativa das crianças. E, independente da idade, Teca defende que as aulas de música também sejam um espaço para a criação. “O ensino da música precisa integrar essas possibilidades: trabalhar a partitura, mas ao mesmo tempo incentivar a criança a tirar música de ouvido, improvisar, inventar.”
Teca também não acha que a música deve ser apenas um meio para outros fins. “Os pais não devem pensar que a música está sempre servindo a outras coisas, eles precisam pensar na música em si e, se houver um bom trabalho pedagógico, a criança vai se desenvolver naturalmente. Eu mesma, por exemplo, estudo música desde os 5 anos, hoje tenho 58 e nunca fui boa em matemática!.”
O benefício da música para crianças já foi apontado por vários estudos e nada mais justo do que os pais quererem oferecer essa possibilidade aos filhos desde cedo. No entanto, esse aprendizado não precisa acontecer somente dentro dos moldes tradicionais ou de uma maneira que acabe com toda a diversão e emoção que a música pode – e deve – proporcionar.
Link Original: http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI332840-10587,00.html
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
Vamos Discutir? 440Hz – Conspiração contra a mente humana?
440Hz – Conspiração contra a mente humana?
A maior parte da música mundial é afinada em 440Hz desde que a International Standards Organization (ISO) aprovou em 1953. As descobertas recentes da vibração – oscilação natural do universo indica que essa afinação contemporânea pode gerar um efeito prejudicial à saúde ou um comportamente anti-social na consciência dos seres humanos.
A=432Hz, conhecido como Lá de Verdi é uma afinação alternativa que é matematicamente consistente com o universo. Músicas baseada em 432Hz transmite energia de cura benéfica, porque é um tom puro de matemática fundamental da natureza.
Há uma teoria que diz que a mudança de 432Hz para 440Hz foi ditada pelo ministro de propaganda nazista, Joseph Goebbels. Ele usou-a para fazer com que as pessoas pensassem e sentissem de uma certa maneira, e para fazê-los prisioneiros de uma certa consciência. Então, por volta de 1940, os Estados Unidos introduziram mundialmente o 440Hz, e finalmente em 1953, tornou-se o padrão pela ISO.
440Hz é o padrão antinatural de afinação, removido da simetria das vibrações sagradas e harmônicos que tem declarado guerra ao subconsciente do homem do ocidental.
Em um manuscrito intitulado “Musical Cult Control” (Controle de culto musical), Dr. Leonard Horowitz escreveu: “A indústria da música tem essa frequência imposta que é “pastorear” populações para uma maior agressividade, agitação psicossocial e sofrimento emocional que predispõe as pessoas as doenças físicas”.
Você apenas tem que ir até a rua e olhar ao redor. O que você vê? Criancas da escola, jovens indo para o trabalho, uma mulher com seu bebê na praça, um homem com o seu cachorro – e o que eles tem em comum? IPods e MP3 Players! Engenhoso, não é?
“Se você quer encontrar os segredos do universo, pense em termos de energia, frequência e vibração.” – Nikola Tesla
Os poderes que estão com sucesso reduzindo as vibrações, não só das jovens gerações, mas também de todos nós também. Estas frequências destrutivas arrastam os pensamentos para a interrupção, desarmonia e desunião. Além disso, elas também estimulam o orgão controlador do corpo – o cérebro – para a ressonância desarmônica, que em última análise cria a doença e a guerra.
A diferença entre 432Hz e 440Hz. Ouça e entenda!
Frequência e vibração detêm um poder extremamente importante, ainda escondido para afetar as nossas vidas. nossa saúde, nossa sociedade e nosso mundo. A ciência da Cymatics (ou seja, o estudo do som visível e vibração) prova que frequência e vibração são as chaves mestras e fundação organizacional para a criação de toda a matéria e da vida neste planeta.
Quando as ondas sonoras se movem através de um meio físico (areia, água, ar, etc), a frequência das ondas tem um efeito direto sobre as estruturas que são criadas pelas ondas sonoras que passam por esse meio particular.
Para entender melhor o poder da frequência sonora, assista o vídeo abaixo.
“Se alguém deseja conhecer se o reino é bem governado, se sua moral é boa ou ruim, a qualidade de sua música irá fornecer a resposta” - Confúcio
A música tem um poder oculto para afetar nossas mentes, nossos corpos, nossos pensamentos e nossa sociedade. Quando a música é baseada em um padrão de afinação propositadamente retirados dos harmônicos naturais encontrados na natureza, o resultado final pode ser a intoxicação psíquica da mente em massa da humanidade.
Como o documentário Kymatica diz, a redescoberta do conhecimento da ciência do som mostra que o som é algo mais do que meros sinais vibratórios, não só o som interagi com a vida, mas sustenta-a e desenvolve-a. Ele atua como um canal de intenção consciente entre as pessoas, sociedades e civilizações inteiras.
Tradução: Bruno Garcia Fermiano
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
Divulgando: Boomwhackers Brasil Group - Aguardem...
Você Conhece o Boomwhackers Brasil Group?
É o primeiro grupo de performance musical que utiliza apenas Boomwhackers em suas
apresentações. Música, movimento e muita aventura se misturam nos seus números. O grupo é
novíssimo e está ensaiando muito para poder mostrar o que estes tubos poderão fazer. Em breve o
Boomwhackers Brasil Group (BBG) fará alguns Flash Mobs em alguns locais da cidade de São
Paulo.
Aguardem!
Face: https://www.facebook.com/boomwhackersbrasil
É o primeiro grupo de performance musical que utiliza apenas Boomwhackers em suas
apresentações. Música, movimento e muita aventura se misturam nos seus números. O grupo é
novíssimo e está ensaiando muito para poder mostrar o que estes tubos poderão fazer. Em breve o
Boomwhackers Brasil Group (BBG) fará alguns Flash Mobs em alguns locais da cidade de São
Paulo.
Aguardem!
Face: https://www.facebook.com/boomwhackersbrasil
domingo, 4 de agosto de 2013
segunda-feira, 29 de julho de 2013
terça-feira, 23 de julho de 2013
Matéria: Flauta de 35 mil anos é o mais antigo instrumento musical
Objeto feito de osso de abutre foi achado na mesma caverna da mais antiga escultura do corpo humano
Associated Press
Uma flauta de osso de pássaro descoberta em uma caverna da Alemanha foi
entalhada há cerca de 35 mil anos e é o mais antigo instrumento musical
artesanal já descoberto, dizem arqueólogos, oferecendo a mais nova evidência de
que as primeiras populações humanas da Europa tinham uma cultura complexa e
criativa.
Uma equipe liderada pelo arqueólogo Nicholas Conard, da Universidade de Tübingen, montou a flauta a partir de 12 fragmentos de osso de abutre, espalhados por uma pequena área da caverna de Hohle Fels, no sul da Alemanha.
Juntas, as peças formam um instrumento musical de 22 centímetros com cinco furos e uma extremidade em forma de "V". Coranrd disse que a flauta tem 35 mil anos de idade.

A flauta entalhada em um osso de abutre, descoberta em caverna pré-história alemã. Divulgação
"É, sem dúvida, o mais antigo instrumento musical do mundo", disse o arqueólogo. A descoberta está descrita na edição desta semana da revista Nature.
Outros arqueólogos concordaram com a avaliação de Conard.
A arqueóloga especializada no período paleolítico April Nowell, da Universidade de Victoria, no Canadá, disse que a data da flauta é anterior à de outros instrumentos, "mas não tão mais antiga que chegue a ser surpreendente ou polêmico". Ela não tomou parte no trabalho de Conard.
A flauta de Hohle Fels é mais completa e um pouco mais velha que fragmentos de osso e marfim de sete outras flautas, também encontradas no sul da Alemanha e documentadas por Conard e colegas nos últimos anos.
Outra flauta, descoberta na Áustria, teria 19 mil anos, e um conjunto de 22 flautas encontradas nos Pirineus franceses foram datadas de 30 mil anos atrás.

A flauta, o mais antigo isntrumento musical artesanal, vista nos olo da caverna. Divulgação
Juntas, flauta e estatueta - descobertas na mesma camada de sedimento - sugerem que seres humanos anatomicamente modernos haviam estabelecido uma cultura avançada na Europa há 35 mil anos, disse o arqueólogo Wil Roebroeks, da Universidade de Leiden, na Holanda, e que não tomou parte em nenhuma das duas descobertas.
Roebroeks disse que é difícil saber qual o grau de inteligência ou de desenvolvimento social desse povo. Mas os vestígios materiais que deixaram - escultura, instrumentos musicais, adornos - combinam com objetos associados ao comportamento dos seres humanos modernos.
"Isso mostra que, já no momento em que os humanos modernos entraram na Europa... em termos de cultura material, eram tão modernos quanto possível", disse ele.
Neandertais também viviam na Europa na época em que a flauta e a estatueta foram feitas, e frequentaram a caverna de Hohle Fels. Tanto Conard quanto Roebroeks acreditam, no entanto, que os depósitos de vestígios deixados por ambas as espécies, ao longo de milhares de anos, indicam que os artefatos foram criados por humanos.
"O registro material é tão completamente diferente do que aconteceu nas centenas de milhares de anos anteriores, com os neandertais", disse Roebroeks. "Eu apostaria que humanos modernos criaram e tocaram essas flautas".
Em 1995, o arqueólogo Ivan Turk encontrou um osso de urso em uma caverna da Eslovênia, e que ficou conhecido como a Flauta de Divje Babe. Turk datou o objeto de 43 mil anos atrás e sugeriu que fosse uma flauta usada por neandertais.
Mas outros arqueólogos puseram a hipótese em questão, sugerindo que os furos feitos no osso eram marcas dos dentes de um animal carnívoro.
Link Original: http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,flauta-de-35-mil-anos-e-o-mais-antigo-instrumento-musical,392388,0.htm
Uma equipe liderada pelo arqueólogo Nicholas Conard, da Universidade de Tübingen, montou a flauta a partir de 12 fragmentos de osso de abutre, espalhados por uma pequena área da caverna de Hohle Fels, no sul da Alemanha.
Juntas, as peças formam um instrumento musical de 22 centímetros com cinco furos e uma extremidade em forma de "V". Coranrd disse que a flauta tem 35 mil anos de idade.
A flauta entalhada em um osso de abutre, descoberta em caverna pré-história alemã. Divulgação
"É, sem dúvida, o mais antigo instrumento musical do mundo", disse o arqueólogo. A descoberta está descrita na edição desta semana da revista Nature.
Outros arqueólogos concordaram com a avaliação de Conard.
A arqueóloga especializada no período paleolítico April Nowell, da Universidade de Victoria, no Canadá, disse que a data da flauta é anterior à de outros instrumentos, "mas não tão mais antiga que chegue a ser surpreendente ou polêmico". Ela não tomou parte no trabalho de Conard.
A flauta de Hohle Fels é mais completa e um pouco mais velha que fragmentos de osso e marfim de sete outras flautas, também encontradas no sul da Alemanha e documentadas por Conard e colegas nos últimos anos.
Outra flauta, descoberta na Áustria, teria 19 mil anos, e um conjunto de 22 flautas encontradas nos Pirineus franceses foram datadas de 30 mil anos atrás.
A equipe de Conard escavou a
flauta em setembro de 2008, o mesmo mês em que descobriu seis fragmentos de
marfim em Hohle Fels que compõem uma
estatueta feminina que, acredita-se, é a mais antiga escultura de uma forma
humana.
A flauta, o mais antigo isntrumento musical artesanal, vista nos olo da caverna. Divulgação
Juntas, flauta e estatueta - descobertas na mesma camada de sedimento - sugerem que seres humanos anatomicamente modernos haviam estabelecido uma cultura avançada na Europa há 35 mil anos, disse o arqueólogo Wil Roebroeks, da Universidade de Leiden, na Holanda, e que não tomou parte em nenhuma das duas descobertas.
Roebroeks disse que é difícil saber qual o grau de inteligência ou de desenvolvimento social desse povo. Mas os vestígios materiais que deixaram - escultura, instrumentos musicais, adornos - combinam com objetos associados ao comportamento dos seres humanos modernos.
"Isso mostra que, já no momento em que os humanos modernos entraram na Europa... em termos de cultura material, eram tão modernos quanto possível", disse ele.
Neandertais também viviam na Europa na época em que a flauta e a estatueta foram feitas, e frequentaram a caverna de Hohle Fels. Tanto Conard quanto Roebroeks acreditam, no entanto, que os depósitos de vestígios deixados por ambas as espécies, ao longo de milhares de anos, indicam que os artefatos foram criados por humanos.
"O registro material é tão completamente diferente do que aconteceu nas centenas de milhares de anos anteriores, com os neandertais", disse Roebroeks. "Eu apostaria que humanos modernos criaram e tocaram essas flautas".
Em 1995, o arqueólogo Ivan Turk encontrou um osso de urso em uma caverna da Eslovênia, e que ficou conhecido como a Flauta de Divje Babe. Turk datou o objeto de 43 mil anos atrás e sugeriu que fosse uma flauta usada por neandertais.
Mas outros arqueólogos puseram a hipótese em questão, sugerindo que os furos feitos no osso eram marcas dos dentes de um animal carnívoro.
Link Original: http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,flauta-de-35-mil-anos-e-o-mais-antigo-instrumento-musical,392388,0.htm
segunda-feira, 22 de julho de 2013
Educação Musical: Série Rítmos Brasileiros: Mestres Navegantes cantam a cultura local de diversas regiões do Brasil em vídeos e discos
Idealizado pelo músico e produtor musical Betão Aguiar, o projeto Mestres Navegantes selecionou gêneros musicais para estampar culturas locais. São eles: reisado, banda-cabaçal, coco, guerreiro, maneiro pau, bacamarte, penitentes, inselenças, repente, embolada, cordel, lapinha e banda de pife.
Por meio do programa Natura Musical, todo o registro e conteúdo gerados entre os anos de 2011 e 2012 foram transformados em dez discos divididos entre os gêneros pesquisados em coletâneas dos grupos; dez mini-documentários e cinco programas de rádios sobre alguns dos mestres e outros grandes personagens da região, além de temas importantes que formam a cultura local.
São mais de 50 grupos, duplas e manifestações artísticas diferentes retratando a cultura popular brasileira rica em cor, sons, religiosidade e lendas. A última edição retrata a região do Cariri cearense, sendo que a primeira foi em 2010 e apresentou na edição São Luiz do Paraitinga alguns dos mestres mais significativos da cultura popular da região do Vale do Paraíba.
Confira todo o material de vídeos no Vimeo e discos no Sound Clound.
Comece pela pandeiro:
4 Cantos “Brasil Pandeiro” from Mestres Navegantes on Vimeo.
Link do Vimeo: http://vimeo.com/mestresnavegantes
Link do Sound Clound: https://soundcloud.com/mestres-navegantes/sets
Fonte: http://catracalivre.com.br/geral/musica-baixar/indicacao/mestres-navegantes-mostram-a-cultura-local-de-diversas-regioes-do-brasil-em-videos-e-discos/
sábado, 20 de julho de 2013
Dicas: Mindasks - Ouvir a música do ponto de vista das neurociências.
Acesse e confira!!!
ouvir a música do ponto de vista das neurociências.
MÚSICA NÃO É SÓ PARA OS OUVIDOS
Inúmeros estudos já concluíram que a música é processada em diversas regiões cerebrais. Existem evidências de que ela possa ter aplicações terapêuticas. A imagem ao lado ilustra várias das áreas encefálicas que se ativam durante o processamento musical.
Fonte: Mike Falle/ The Globe and Mail. This is your brain on music. The science of a human obsession.
QUANDO COMEÇAMOS A OUVIR?
QUANDO COMEÇAREMOS A ESCUTAR?
O bebê é capaz de perceber sons desde o quinto mês da sua
vida intrauterina, ou seja, adquirindo esta capacidade muito antes
de falar ou andar. O autor Maudale (2007:10) defende que a
audição influencia em muito o movimento, a linguagem e a
aprendizagem da criança. Para ele, escutar é ouvir e é ter a
motivação de ouvir. Define ouvir como sendo a faculdade que a
criança tem de receber sons e escutar como a capacidade que requer
a habilidade de selecionar os sons que lhe interessam entre toda a
diversidade que lhe chega aos ouvidos. Deste modo, ouvir é um ato
passivo enquanto que escutar é um ato ativo e "voluntário".
Portanto, ouça, mas não deixe de escutar.
Link Original: http://www.mindasks.com/#!ouvir/c20gw
ouvir a música do ponto de vista das neurociências.
MÚSICA NÃO É SÓ PARA OS OUVIDOS
Inúmeros estudos já concluíram que a música é processada em diversas regiões cerebrais. Existem evidências de que ela possa ter aplicações terapêuticas. A imagem ao lado ilustra várias das áreas encefálicas que se ativam durante o processamento musical.
Fonte: Mike Falle/ The Globe and Mail. This is your brain on music. The science of a human obsession.
QUANDO COMEÇAMOS A OUVIR?
QUANDO COMEÇAREMOS A ESCUTAR?
O bebê é capaz de perceber sons desde o quinto mês da sua
vida intrauterina, ou seja, adquirindo esta capacidade muito antes
de falar ou andar. O autor Maudale (2007:10) defende que a
audição influencia em muito o movimento, a linguagem e a
aprendizagem da criança. Para ele, escutar é ouvir e é ter a
motivação de ouvir. Define ouvir como sendo a faculdade que a
criança tem de receber sons e escutar como a capacidade que requer
a habilidade de selecionar os sons que lhe interessam entre toda a
diversidade que lhe chega aos ouvidos. Deste modo, ouvir é um ato
passivo enquanto que escutar é um ato ativo e "voluntário".
Portanto, ouça, mas não deixe de escutar.
Link Original: http://www.mindasks.com/#!ouvir/c20gw
sexta-feira, 19 de julho de 2013
Partitura: Partituras e métodos para baixar grátis...
CategoriasArquivos
7 Grupos vocais
Categoria destinadas a partituras de arranjos e/ou composições musicais para grupos vocais.
5 Partituras de Orquestra, bandas e Big Bands
Categoria destinadas a partituras de arranjos ou composições musicais para Orquestra, Bandas e Big bands.
19 Melodias e/ou melodia e cifra
Categoria destinadas a partituras com melodia e/ou com melodia e cifra.
1 Partituras para Música de Câmara
Categoria destinadas a partituras de arranjos para Música de Câmara
Não existem documentos nesta categoria
Categoria destinadas a partituras de arranjos e/ou composições musicais para grupos vocais.
Categoria destinadas a partituras de arranjos ou composições musicais para Orquestra, Bandas e Big bands.
Categoria destinadas a partituras com melodia e/ou com melodia e cifra.
Categoria destinadas a partituras de arranjos para Música de Câmara
Curiosidades: O clássico - A velha a fiar. Imperdível!!!!
O grande clássico das músicas de viagens, em um clipe antigo maravilhoso e muito bem cantado.
Estava a velha em seu lugar
Veio a mosca lhe fazer mal
A mosca na velha e a velha a fiar
Estava a mosca em seu lugar
Veio a aranha lhe fazer mal
A aranha na mosca, a mosca na velha e a velha a fiar
Estava a aranha em seu lugar
Veio o rato lhe fazer mal
O rato na aranha, a aranha na mosca, a mosca na velha e a velha a fiar
Estava o rato em seu lugar
Veio o gato lhe fazer mal
O gato no rato, o rato na aranha, a aranha na mosca, a mosca na velha e a velha a fiar
Estava o gato em seu lugar
Veio o cachorro lhe fazer mal
O cachorro no gato, o gato no rato, o rato na aranha, a aranha na mosca, a mosca na velha e a velha a fiar
Estava o cachorro em seu lugar
Veio o pau lhe fazer mal
O pau no cachorro, o cachorro no gato, o gato no rato, o rato na aranha, a aranha na mosca, a mosca na velha e a velha a fiar
Estava o pau em seu lugar
Veio o fogo lhe fazer mal
O fogo no pau, o pau no cachorro, o cachorro no gato, o gato no rato, o rato na aranha, a aranha na mosca, a mosca na velha e a velha a fiar
Estava o fogo em seu lugar
Veio a água lhe fazer mal
A água no fogo, o fogo no pau, o pau no cachorro, o cachorro no gato, o gato no rato, o rato na aranha, a aranha na mosca, a mosca na velha e a velha a fiar
Estava a água em seu lugar
Veio o boi lhe fazer mal
O boi na água, a água no fogo, o fogo no pau, o pau no cachorro, o cachorro no gato, o gato no rato, o rato na aranha, a aranha na mosca, a mosca na velha e a velha a fiar
Estava o boi em seu lugar
Veio o homem lhe fazer mal
O homem no boi, o boi na água, a água no fogo, o fogo no pau, o pau no cachorro, o cachorro no gato, o gato no rato, o rato na aranha, a aranha na mosca, a mosca na velha e a velha a fiar
Estava o homem em seu lugar
Veio a mulher lhe fazer mal
A mulher no homem, o homem no boi, o boi na água, a água no fogo, o fogo no pau, o pau no cachorro, o cachorro no gato, o gato no rato, o rato na aranha, a aranha na mosca, a mosca na velha e a velha a fiar
Estava a mulher em seu lugar
Veio a morte lhe fazer mal
A morte na mulher, a mulher no homem, o homem no boi, o boi na água, a água no fogo, o fogo no pau, o pau no cachorro, o cachorro no gato, o gato no rato, o rato na aranha, a aranha na mosca, a mosca na velha e a velha a fiar
Dicas: Baixe Grátis - Fundamentos do Desenvolvimento Infantil
Fundamentos do desenvolvimento
infantil
Imagem de
Página
Conteúdo da
Página
Quando escolheu o Desenvolvimento na Primeira
Infância como foco de atuação, a FMCSV formou um comitê de especialistas
responsável por reunir o melhor e mais atual conhecimento científico sobre o
tema. O resultado do trabalho do comitê ficou tão rico, que gerou este livro,
trazendo os fundamentos do desenvolvimento infantil até os três anos de idade, e
que serve como base teórica para as ações da FMCSV.
|
Assinar:
Postagens (Atom)



