terça-feira, 2 de outubro de 2012

Música para 1º e 2º anos: 8.1 Alunos descobrem música de qualidade

Atenção: Leia as postagens na ordem do roteiro didático no menu Música para 1º e 2º anos: Revista Nova Escola a direita da tela. 

Alunos descobrem música de qualidade

Em uma audição inesquecível, uma turma de 2ª série descobre a qualidade da boa música e começa a adquirir o senso crítico capaz de afastá-la do lixo cultural a que é submetida diariamente

Ricardo Falzetta (novaescola@fvc.org.br)
 
 
A professora Daniela Neves e seus alunos na Sala São Paulo: música de qualidade. Foto: Marie Ange Bordas
A professora Daniela Neves e seus alunos na
Sala São Paulo: música de qualidade.
Foto: Marie Ange Bordas
 
Durante três meses, no segundo semestre de 2005, alunos de 2ª série de uma escola de São Paulo viveram uma situação rara na Educação pública brasileira, experiência que os marcará para o resto da vida. Eles tiveram aulas regulares de música. A iniciativa merece ainda mais destaque por se tratar de um grupo de estudantes da EMEF Professora Maria Berenice dos Santos, no extremo sul da cidade, região em que o acesso aos meios culturais se restringe ao rádio e à TV. "Eram crianças com um repertório limitado ao que é oferecido pela mídia de massa. Não conheciam cantigas populares e muito menos a música erudita", conta a professora Daniela da Costa Neves, 25 anos, autora do projeto com o qual foi eleita Educadora Nota 10 no Prêmio Victor Civita 2006.
Mais sobre música

 
Ao longo das atividades, as crianças aprenderam conceitos básicos de apreciação musical, como o reconhecimento de instrumentos e respectivos timbres, notas e suas alturas (mais graves, mais agudas), rítmica e formas básicas de composição. O desfecho do projeto foi uma inesquecível visita à Sala São Paulo, uma das principais casas de concerto do mundo. Nesse dia, as crianças acompanharam uma apresentação didática de seis obras executadas pela Orquestra Sinfônica de Santo André (antes ou depois de reger a música, o maestro dá explicações, mostra instrumentos, conta rápidas histórias sobre o compositor ou a obra, pede que cada músico toque seu instrumento para as crianças identificarem o som).

Para "tocar" as atividades desenvolvidas anteriormente em sala de aula, Daniela valeu-se da formação que tem em Educação Artística com habilitação em Música. "Mas tudo o que fiz pode ser feito também por professores leigos no assunto", assegura ela. "O diferencial do projeto da Daniela é o planejamento", atesta Marisa Szpigel, formadora de professores de Arte e selecionadora do Prêmio Victor Civita em 2006. "Ela se preparou para cada ação e estabeleceu objetivos claros e compartilhados com os alunos. Eles sabiam, desde o início, aonde iriam chegar." (Leia mais sobre a seleção no quadro.)

A base do trabalho foi o programa mantido pela Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp), que tem por missão formar público ouvinte de música erudita (e professores do Ensino Fundamental para a Educação Musical). Daniela realizou todas as atividades propostas pela Osesp e subiu um degrau a mais. Ela explorou conceitos de composição, realizou atividades sobre ritmo baseadas num trabalho de percussão corporal e de instrumentos de sucata e levou para a classe canções populares de mestres da MPB. "Meus alunos dificilmente terão a oportunidade de seguir uma carreira musical nem terão acesso a instrumentos e cursos, pois vivem numa região onde esse tipo de alimento cultural não é prioridade. Mas plantei uma semente em cada um deles", conta Daniela.

O programa de Educação Musical foi dividido em dez atividades, distribuídas em 13 aulas, que tinham duração de uma hora e meia. As tarefas intercalaram momentos de apreciação de diversas obras, produção musical, leitura de textos, escrita de relatos e confecção de desenhos.

Os sons da orquestra
Foto: Marie Ange Bordas
Foto: Marie Ange Bordas
Para diagnosticar os conhecimentos da turma, na primeira aula Daniela perguntou o que os estudantes entendiam por uma orquestra e pediu que fizessem desenhos. Entre as respostas e imagens, ficou evidente a referência a bandas populares, pois apareceram instrumentos como guitarra ou bateria, acessórios como pedestais e microfones e artistas pop, como Sandy & Júnior. A professora, então, explicou que esse tipo de formação é apenas uma entre várias outras.

Em seguida, ela propôs a leitura do livro Orquestra Tintim por Tintim, que detalha os instrumentos de uma orquestra erudita e é acompanhado de um CD que apresenta o som de cada um deles. Ao ouvi-lo com os alunos, Daniela trabalhou o conceito de timbre e pediu que identificassem sons graves e agudos.


Foto: Marie Ange Bordas
Foto: Marie Ange Bordas

As notas musicais entraram na segunda etapa. Ouvindo e depois cantando Minha Canção, escrita por Chico Buarque para o musical Os Saltimbancos, a garotada conheceu as sete notas da escala, seus nomes e suas alturas. Cada verso da música começa com o nome da nota que está sendo executada na melodia. Ao "ensaiar" a cantiga, Daniela trabalhou a afinação das crianças, a memória melódica e a leitura da letra, reproduzida num grande cartaz. Além de ouvir e cantar, os alunos fizeram exercícios acompanhados de um teclado. Conforme Daniela tocava, eles indicavam a altura com um movimento de braço. Quanto mais agudo o som, mais alto o braço.


Foto: Marie Ange Bordas
Foto: Marie Ange Bordas

O compositor norueguês Edvard Grieg (1843- 1907) foi apresentado na terceira atividade do projeto. Ouvindo a quarta parte (Na Gruta do Rei da Montanha) da composição Peer Gynt, a classe conheceu conceitos relacionados à dinâmica musical, além de ter seu primeiro contato com o repertório erudito. Depois de ouvir uma vez, Daniela colocou a música para tocar novamente e pediu que todos se movimentassem pelo pátio de acordo com o andamento e a intensidade da peça.


Foto: Marie Ange Bordas
 
Foto: Marie Ange Bordas
A sonata O Burrico de Pau, do compositor brasileiro Antonio Carlos Gomes (1836-1896), foi o tema da aula seguinte. Antes de ouvir a obra, porém, Daniela contou aos atentos alunos sobre os sons produzidos pelo cavalo galopando. Para imitar o som, convidou-os a percutir nas próprias pernas com as mãos em forma de concha - sempre tentando manter o ritmo. Em seguida, todos imitaram o som do burro com a voz.


O poema O Menino Azul, de Cecília Meireles, foi a inspiração para o grupo produzir uma história coletiva em prosa sobre um menino e seu burrinho. Finalmente, chegou a hora de ouvir a peça de Carlos Gomes, escrita para ser executada por uma formação de câmara (só com instrumentos de corda). Os alunos perceberam a diferença entre essa formação e a de uma orquestra completa (tema da aula anterior). A audição também evidenciou a qualidade do timbre dos instrumentos de corda.

Os sons do corpo

Foto: Marie Ange Bordas
Foto: Marie Ange Bordas
A atenção e a concentração dobram quando, de apreciadores, passamos a executores de uma música. Por isso, na aula seguinte a classe aprendeu uma lição simples, mas fascinante: nosso corpo pode ser uma pequena orquestra. Inspirada num curso feito com o grupo de percussão corporal Barbatuques, de São Paulo, a professora transmitiu alguns conceitos de composição. Com a turma disposta em roda, ela propôs explorar livremente os sons corporais: bater na perna, na barriga, no peito, estalar os dedos, bater palmas abertas ou fechadas, assoprar, assobiar etc. No centro da roda, Daniela colocou alguns instrumentos de percussão feitos de sucata. Em seguida, comandou a realização de uma seqüência minimal: uma criança começa uma frase rítmica e a sustenta, o colega ao lado faz outro som que combine com o anterior e também o sustenta, e assim por diante, até completar a roda.


Em seguida, Daniela dividiu a sala em grupos de cinco alunos. Cada um deveria, com base na atividade anterior, criar uma composição e registrá-la numa folha, com sinais gráficos que representassem o som produzido: linhas, pontos e outras formas geométricas que indicassem duração e natureza do som. Com isso, estabeleceu-se a relação entre os sinais produzidos pela turma e a notação musical. "Mostrei uma partitura de maestro, que traz a pauta de todos os instrumentos ao mesmo tempo", conta a professora.
Foto: Marie Ange Bordas
Foto: Marie Ange Bordas
Nas duas aulas seguintes, explorando um tema dos mais atraentes para a criançada - o circo -, o assunto foi a suíte, um tipo de composição instrumental que reúne uma série de movimentos independentes, em geral próprios para a dança. Para começar, um DVD do grupo canadense Cirque du Soleil inspirou uma conversa sobre os personagens circenses. Destaque também para a trilha sonora da apresentação (uma suíte que ajuda a sustentar, quadro a quadro, as peripécias da trupe). O próximo passo foi explorar os três primeiros movimentos (Prólogo, Galope e Marcha) da suíte Os Comediantes, do compositor armênio Dmitri Kabalevsky (1904-1987).


No segundo movimento, a turma recuperou os sons do galope de uma atividade anterior e depois imaginou que animais do circo estavam representados pela marcha. Para encerrar esse capítulo, Daniela dividiu novamente a classe em grupos de cinco e distribuiu para cada um quatro cartões com os motivos musicais. Ao ouvir novamente a composição, os alunos montaram o quebra-cabeça na ordem em que os temas aparecem na música.

Foto: Marie Ange Bordas
Foto: Marie Ange Bordas

Depois de tantas atividades e audições em CD, só faltava a música ao vivo. "Os alunos da Daniela não foram ao concerto para passear. Eles sabiam o que iam encontrar e estavam bem preparados para apreciar a música", conclui Marisa. No programa, entre outras composições, lá estavam Peer Gynt, O Burrico de Pau e Os Comediantes.


O projeto em sete etapas

1. Tintim por tintim
No diagnóstico feito por Daniela, os alunos mostraram que o conhecimento que tinham sobre música era limitado. A primeira atividade foi procurar no livro Orquestra Tintim por Tintim - e na audição do CD que o acompanha - as informações básicas sobre os instrumentos de uma orquestra e seus timbres.
2. As notas da canção
Com ajuda da música Minha Canção, de Chico Buarque, a turma conheceu as sete notas musicais. A seguir, Daniela tocou a música no teclado e os alunos, com os braços, respondiam se a nota era grave ou aguda.

3. Nos movimentos do corpo

No pátio, espaço de várias das atividades do projeto, ouvindo a música de Edvard Grieg, as crianças se movimentavam conforme o andamento e a intensidade da melodia. O exercício de percepção fez com que a turma ficasse ligada no ritmo e na dinâmica da obra.

4. O som das cordas

Com a sonata O Burrico de Pau, de Carlos Gomes, a turma conheceu um pouco da produção erudita brasileira e pôde notar a qualidade do timbre dos instrumentos de corda. Na brincadeira, um aluno com os olhos vendados devia encontrar o local certo para afixar o rabo do burro. As outras crianças ajudavam o colega, batendo palmas com mais ou menos força. Antes da audição, Daniela ensinou a imitar o som de um galope, percutindo a própria perna com as mãos em forma de concha.

5. Seqüencia minimal
No próprio corpo, ou usando instrumentos de sucata, um aluno começa uma seqüência rítmica e a mantém. O colega ao lado produz outra, que combine com a anterior. Assim por diante, o grupo, em roda, chega a uma composição, depois registrada com notações inventadas pelos alunos.
6. Uma suíte para o circo
Na audição de Os Comediantes, de Kabalevsky, o grupo identificou nos movimentos a descrição dos personagens e o som do galope e da marcha dos animais do circo. Antes, entenderam que uma suíte reúne peças independentes, em geral para serem coreografadas. Com as clavas, reproduziram a figura rítmica que faz lembrar o galope, sempre procurando manter o pulso.
7. Fechamento "de ouro"
Os alunos cruzaram a cidade até chegar à Sala São Paulo. Lá, ouviram a Orquestra Sinfônica de Santo André executar seis peças. Nos intervalos, a maestrina (que surpreendeu a turma, pois eles achavam que só havia homens nessa função) deu detalhes sobre os instrumentos. "Parece de ouro", resumiu um aluno.
 
 
Quem é Daniela


Formada em Educação Artística com habilitação em Música pela Unesp e em Pedagogia pela Uniban, Daniela da Costa Neves, 25 anos, é paulistana e sempre viveu na capital. Desde pequena, por influência do pai, teve contato com a música erudita. "Lembro-me de que, muitas vezes, a trilha sonora das minhas brincadeiras era a música clássica, que ele gostava de ouvir e que preenchia os cômodos da casa", conta. A paixão pelo Magistério também apareceu desde muito cedo. "Eu tinha uma lousinha de brinquedo. Quando chegava da escola, ficava ensinando meus alunos imaginários no quintal." Além disso, a irmã mais velha, também professora, sempre serviu de inspiração para a Educadora Nota 10. Quando entrou na faculdade, achava que faria habilitação em Teatro. Mas, ao ter contato com a teoria e a prática musicais, mudou de idéia. Saiu do curso tocando piano e violão erudito.
 
Por um ensino estruturado de Arte

A consultora de Arte Marisa Szpigel, responsável pela seleção dos trabalhos de Arte da nona edição do Prêmio Victor Civita Educador Nota 10, aponta alguns pontos cruciais para o sucesso didático do projeto de Daniela. "O principal deles é que o produto final é invisível, é uma sensibilização dos alunos para uma linguagem artística. Isso é diferente do que em geral - e de forma equivocada - se espera dos trabalhos de Arte, ou seja, algo tangível, como um desenho ou uma apresentação de fim de ano", afirma Marisa. O desafio agora é fazer com que a semente plantada por Daniela cresça e frutifique. "Se esses alunos não continuarem sendo estimulados a fazer uma leitura crítica da Arte que recebem dos meios de massa, o trabalho se perde", acredita a consultora. Para que isso aconteça, ela sugere que o ensino de Arte faça parte do projeto didático da escola de maneira estruturada, contemplando as quatro linguagens artísticas: além da música, também as artes visuais, o teatro e a dança. "Elas podem aparecer ao longo das aulas em todos os anos ou podem ser concentradas em determinadas séries. O importante é que haja, a exemplo do que fez Daniela, planejamento das atividades e boa organização do tempo didático."
 
Quer saber mais?
 
CONTATOS
Daniela da Costa Neves
, dani.cone@hotmail.com

EMEF Professora Maria Berenice dos Santos, R. Barbosa Vilas Boas, 251, 04904-140, São Paulo, tel. (11) 5891-6564

BIBLIOGRAFIA
Orquestra Tintim por Tintim
, Elisa da Silva e Cunha e outros, 32 págs., Ed. Moderna, tel. 0800-17-2002, 27,90 reais
 
 

domingo, 30 de setembro de 2012

Aulas de música na infância valem para a vida toda, dizem cientistas

Estudo mostra que crianças que aprendizado pode levar a mudanças no cérebro que persistem anos após a interrupção das classes.


The New York Times |

Getty Images
 
Uma lição para sempre: ondas cerebrais registram formação musical feita na infância

Quando as crianças aprendem a tocar um instrumento musical, elas reforçam uma série de habilidades auditivas. Estudos recentes sugerem que esses benefícios se estendem por toda a vida, pelo menos para aqueles que continuam envolvidos com música.


Porém, um estudo publicado no mês passado foi o primeiro a mostrar que ter aulas de música na infância pode levar a mudanças no cérebro que persistem anos após a interrupção das aulas.
Pesquisadores da Universidade Northwestern gravaram as respostas auditivas do tronco encefálico de estudantes universitários – isto é, as suas ondas elétricas cerebrais – em reação a sons complexos. O grupo de estudantes que relatou ter tido uma formação musical durante a infância apresentou respostas mais robustas – o seu cérebro conseguiu identificar elementos essenciais, como afinação, nos sons complexos quando eles foram submetidos aos testes. E o mesmo ocorreu inclusive quando os estudantes haviam parado de estudar música há anos.


De fato, os cientistas estão desvendando as conexões entre a formação musical na infância e a aprendizagem baseada na linguagem – por exemplo, a leitura. Aprender a tocar um instrumento pode conferir alguns benefícios inesperados, sugerem estudos recentes.


Não estou falando do "efeito Mozart", a alegação de que ouvir música clássica pode melhorar o desempenho das pessoas em testes. Refiro-me, sim, a estudos sobre os efeitos de um envolvimento ativo e da disciplina. Esse tipo de formação musical melhora a capacidade cerebral de discernimento entre os componentes do som – a altura, o duração e o timbre.


"Para aprender a ler, é preciso ter boa memória operacional, a capacidade de distinguir os sons da fala, de fazer conexões entre sons e significados", disse a professora Nina Kraus, diretora do Laboratório de Neurociência Auditiva da Universidade Northwestern. "Cada uma dessas coisas parece realmente ser reforçada pelo envolvimento ativo com um instrumento musical."
A habilidade de apreciar as qualidades sutis do som, mesmo em meio a um fundo confuso e barulhento, revela-se importante não só para a criança aprender a compreender a fala e a linguagem escrita, mas também para uma pessoa idosa que sofre de perda auditiva.


Em uma pesquisa realizada com pessoas que continuam a tocar instrumentos, publicada neste trimestre, pesquisadores descobriram que, à medida que os músicos envelhecem, eles vivenciam o mesmo declínio na audição periférica – o funcionamento dos nervos auditivos – vivenciado pelos não músicos. No entanto, os músicos mais velhos preservam as funções cerebrais, as habilidades de processamento auditivo central que podem ajudá-los a compreender uma fala no contexto de um ambiente barulhento.


"Nós muitas vezes nos referimos ao problema do 'fenômeno da festa de coquetel' – imagine ir a um restaurante onde um monte de pessoas fala ao mesmo tempo", disse Claude Alain, diretor assistente do Instituto de Pesquisa Rotman, em Toronto, e um dos autores do estudo. "Os adultos mais velhos que tiveram aulas de música têm melhor desempenho na compreensão de falas em testes de ruído – eles usam mais o cérebro, não o sistema auditivo periférico."


Pesquisadores da Universidade da Califórnia, em São Francisco, têm abordado a ambientação sonora de um ponto de vista diferente, estudando a genética do 'ouvido absoluto' –- a capacidade ideal de identificar qualquer tom. Jane Gitschier, professora de medicina e pediatria que coordena a pesquisa, tem tentado.

Link Original: http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia/2012-09-23/aulas-de-musica-na-infancia-valem-para-a-vida-toda-dizem-cientistas.html?fb_action_ids=240753796048007&fb_action_types=og.recommends&fb_source=other_multiline&action_object_map=%7B%22240753796048007%22%3A531188113564480%7D&action_type_map=%7B%22240753796048007%22%3A%22og.recommends%22%7D&action_ref_map=[]

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Educação Musical: Treinamento Auditivo 2


Piquenique com as minhas turmas iniciação musical.




Guri Santa Marcelina promove atividades diferenciadas aos alunos de música do Centro de Esporte, Cultura e Lazer.

 

Parceiro da Secretaria de Desenvolvimento Social no espaço, o Guri oferece aulas de iniciação musical, percussão, violão e canto, além de ações complementares.



São Paulo, 19 de setembro de 2012 – As aulas do Guri Santa Marcelina no Centro de Esporte, Cultura e Lazer não se limitam apenas ao ensino da música. Pelo menos uma vez por mês os alunos participam de atividades complementares, como passeios, brincadeiras e apresentações. Na última sexta-feira, 14, foi realizado um piquenique com as turmas de iniciação musical e os pais dos alunos, no espaço coordenado pela Secretaria de Desenvolvimento Social.

Por meio de atividades recreativas e lúdicas, os conhecimentos das crianças de 6 a 10 anos são reforçados. O grupo procurou instrumentos musicais escondidos no playground e quem encontrava, falava o nome. A promoção do convívio com outros alunos e os pais também fortalece a relação social e familiar.

Elizabete Alvez da Cruz, 44 anos, fala orgulhosa sobre o progresso da filha Bruna Alvez da Cruz e afirma: “essas atividades são excelentes”. Bruna e Maria Augusta Freire, 8 anos, contam que gostam tanto das aulas do Guri que começam a se preparar para elas um dia antes. Sobre o piquenique, concordam: “foi muito legal”.

No domingo, 16, as turmas fizeram uma visita à Sala São Paulo. O local é sede da Orquestra Sinfônica do Estado e um dos espaços de música mais conceituados do Brasil.

Já na tarde do próximo dia 21, os alunos assistirão a uma apresentação no Centro Educacional Unificado (CEU) Três Lagos. No final de outubro, são eles que se apresentam no ensaio aberto. A mostra será na marquise do Centro de Esporte, Cultura e Lazer.

André Batista de Sousa, um dos professores do Guri, afirma que as aulas de música são positivas em vários aspectos, como ajudar crianças e jovens a manter a concentração nas tarefas. “Outra missão nossa é preparar os alunos para a vida”, justificando a realização das atividades complementares diferenciadas.

Centro de Esporte, Cultura e Lazer

Administrado pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Seds), o Centro de Esporte, Cultura e Lazer associa cultura, lazer, profissionalização, convivência, esporte e, principalmente, cidadania. Trata-se de uma iniciativa única no Estado, de ação intersetorial, para a melhoria da qualidade de vida e o exercício da cidadania.

As ações são realizadas por meio de parcerias com as Secretarias Estaduais de Cultura (Guri Santa Marcelina); Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia; Gestão Pública; Justiça e Defesa da Cidadania; Emprego e Relações do Trabalho; Secretaria Estadual e Municipal da Saúde; da Educação; Organizações Não Governamentais como a Associação Mamãe; e parceiros da iniciativa privada como a Coca-Cola FEMSA Brasil.

O Centro de Esporte, Cultura e Lazer está localizado na Rodovia dos Imigrantes, km 11,5. Mais informações: (11) 5588-4797.


Guri Santa Marcelina

Parceiro da Seds, o Guri Santa Marcelina (Secretaria de Cultura) oferece cursos para crianças e adolescentes de 6 a 18 anos. No Centro de Esporte, Cultura e Lazer, são oferecidas 240 vagas. Os cursos gratuitos são: iniciação musical (6 a 10 anos), violão, canto e percussão (10 a 18 anos), nos períodos manhã e tarde.

Por meio da educação musical de qualidade apoiada por serviço de atendimento social, o Guri oferece oportunidade de crescimento cultural e inserção social a seus alunos. Mais informações no telefone (11) 5021-4687.






Fotos e texto: Jéssica Mayara

Link: http://www.desenvolvimentosocial.sp.gov.br/lenoticia.php?id=1623

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Dicas: Cursos de Musicalização para Educadores em Outubro!

 

Cursos de Musicalização para Educadores em Outubro!

 
Cursos de Musicalização para Educadores em Outubro!

No final de Outubro o Música e Movimento em Parceria com a Jog Music e a Casa Santiago promovem mais um Encontro com Aulas para Educadores com o intuito de Capacitar e levar idéias na área da Musicalização. Vale a pena conferir e participar. Você Escolhe as Aulas e cada uma sai por R$ 50,00. Um preço super acessível. Na Sexta feira a noite teremos a Abertura do Encontro de fim de semana e a Entrada é Franca!



18 Aulas para Escolher; 3 Aulas acontecendo ao Mesmo Tempo; 6 Horários Diferentes
Investimento: R$ 50,00 (até dia 30/09) para as aulas de 2 horas
Investimento: R$ 80,00 (até dia 30/09) para as aulas de 4 horas
Sugestão: Escolha o Pacote completo (6 Cursos) e pague apenas R$280,00.*
Datas: Sexta a noite, 26 - Sábado (dia todo), 27 e Domingo de manhã, 28 de Outubro
Local: Em São Paulo, Perdizes - Casa Santiago - Rua Des. Guimarães, 70
(Mapa no final da página ou link para o Google Maps: http://goo.gl/maps/660RL)
Próximo ao Metrô Barra Funda e Terminal Intermunicipal
* 5 aulas de 2 horas + 1 aula de 4 horas - 15% de Desconto.






APOIO



ABERTURA: 26 de Outubro

Vagas:120 Carga Horária: 2 horas Horário: Sexta Feira 18:00 - 20:00
 
ENTRADA FRANCA (Prioridade para os Inscritos nas Oficinas)

Descrição: Uma Abertura dos Eventos que vão ocorrer no final de semana falando um pouco sobre os novos Enfoques sobre a Educação Musical na Sala de Aula e diversas dinâmicas e vivências divertidas e. Na Abertura também falaremos um pouco sobre as Oficinas que irão acontecer e sobre os Cursos extensivos de formação que irão começar em Janeiro.
Coordenação: Equipe Música e Movimento


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TURNO DE AULAS 1 - SEXTA, 26/10 A NOITE

Carga Horária: 2 horas Horário: 20:00 - 22:00 Vagas: 25 por Oficina Investimento: R$ 50,00 (até dia 30/09)


Sala1: DANÇA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A proposta de utilizar a Dança Educativa para colaborar com o processo de ensino/aprendizagem do currículo escolar é possibilitar ao aluno o desenvolvimento de sua criatividade, socialização, expressão, cooperação com os colegas e autonomia. Num mundo de livre expressão, cabe ao professor ir inserindo o conteúdo à fim de que seu aluno possa desenvolver suas habilidades sensório-motoras, encontrando seu movimento natural e reconhecendo a forma de como seu corpo se constroi no espaço. A dança integra a Arte/ Saúde/ Educação, proporcionado um bem-estar à todos os participantes.
Coordenação: Daniella Forchetti
Espaço: Sala das Portas

Sala 2: ARRANJO DO REPERTÓRIO INFANTIL NA SALA DE AULA

Estratégias, possibilidades, sonoridade e o Universo característico da Sala de Aula, sua natureza Instrumental, Vocal e Lúdica. Conceituações, Recursos e o Processo de construção dos Arranjos Musicais.
Coordenação: Iberê Abondanza
Espaço: Sala do Átrio

Sala 3: O OUVIDO HARMÔNICO

Voltada para o desenvolvimento das seguintes habilidades musicais: entender cifras, ouvir internamente o som resultante das cifras, reconhecer a harmonia sem a necessidade de instrumentos harmônicos, inventar caminhos harmônicos, treinar a memorização de cadências harmônicas, melhoria significativa da afinação. É também um método alternativo de grande eficiência para a leitura musical e para a escrita musical se tornar bem mais fluente. De quebra se aprende escalas e modos de maneira bem orgânica.
Coordenação: Teco Galati
Espaço: Sala dos Arcos



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ATENÇÃO VALORES DE R$ 50,00 (AULAS DE 2 HORAS) E R$ 80,00 (AULAS DE 4 HORAS) SERÃO CONSIDERADOS ATÉ DIA 30/09
A PARTIR DESTA DATA OS VALORES FICARÃO REAJUSTADOS PARA R$ 65,00 E R$ 100,00 RESPECTIVAMENTE ATÉ DIA 19/10
E SE HOUVEREM VAGAS AINDA R$ 80,00 E R$ 125,00 DE 19/10 A 26/10.



TURNO DE AULAS 2 - SÁBADO, 27/10 DE MANHÃ

Carga Horária: 2 horas Horário: 08:00 - 10:00 Vagas: 25 por Oficina Investimento: R$ 50,00 (até dia 30/09)

Sala 1: NO EMBALO DO BATUQUE A DANÇA E A PERCUSSÃO POPULAR DE NORTE AO SUL DO BRASIL

As semelhanças e diferenças dos diversos sotaques musicais brasileiros. Vamos conhecer um pouco mais sobre a nossa cultura cantado loas do nordeste, tocando o tambu do sudeste, dançado a dança dos bambus do sul... Em cada estado uma festa.
Coordenação: Estevão Marques
Espaço: Sala das Portas

Sala 2: DINÂMICAS MUSICAIS COM OBJETOS DA INFÂNCIA

Bambolês, Bolas de Tênis, Copos, Bexigas e Brinquedos populares viram divertidas atividades musicais com muita qualidade e simplicidade. A pedagogia de Dalcroze, Orff e Willems é o tempo todo visitada nas dinâmicas. O Imaginário e o musical dialogam através dos objetos.
Coordenação: Uirá Kuhlmann
Espaço: Sala do Átrio

Sala 3: PERCUSSÃO CORPORAL NO REPERTÓRIO CORAL

Células rítmicas mais comuns nas músicas brasileiras e estrangeiras. Esquemas Corporais e Vocais desenvolvendo a independência corpo/voz e despertando para equilíbrio e variação da execução e da audição desse fazer musical. Repertório e Criação de Possibilidades serão experimentados.
Coordenação: Yurê Kuhlmann e Teco Galati
Espaço: Sala dos Arcos



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TURNO DE AULAS 3 - SÁBADO, 27/10 DE MANHÃ

Carga Horária: 2 horas Horário: 10:30 - 12:30 Vagas: 25 por Oficina Investimento: R$ 50,00 (até dia 30/09)

Sala 1: MÚSICA NA PRÉ ESCOLA

Numa abordagem simples, dinâmica e divertida, a oficina busca oferecer recursos para o trabalho com diferentes temas e conteúdos musicais pertinentes às faixas etárias dos segmentos da Educação Infantil e séries iniciais do Fundamental 1. Alguns dos temas e conteúdos que serão abordados na oficina: Jogos e brincadeiras musicais na sala de aula, Desenhando sons e músicas, Sonorização de histórias, Recursos tecnológicos na musicalização, Projetos interdisciplinares com a linguagem musica
Coordenação: Roberto Schkolnick (Convidado)
Espaço: Sala das Portas

Sala 2: PERCUSSÃO CORPORAL PARA CRIANÇAS

Uma Abordagem estapatupistimulante de envolver o aluno numa sala de aula com sua bateria portátil. O corpo e seus sons, suas sincronias e seu movimento. Do jogo corporal às descobertas timbrísticas. Da coordenação a Criação, repertório para diversas idades escolares.
Coordenação: Uirá Kuhlmann
Espaço: Sala do Átrio

Sala 3: INTRODUÇÃO AO PANDEIRO

O Instrumento mais Brasileiro que existe ensinado de maneira divertida e criativa. Do passo a passo inicial aos primeiros ritmos e convenções da escola do Pandeiro. Samba, Baião, entre outros.
Coordenação: Yurê Kuhlmann
Espaço: Sala dos Arcos




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TURNO DE AULAS 4 - SÁBADO, 27/10 A TARDE

Carga Horária: 4 horas Horário: 14:00 - 18:00 Vagas: 25 por Oficina Investimento: R$ 80,00 (até dia 30/09)

Sala 1: DANÇA EDUCATIVA INCLUSIVA

Workshop voltado para educadores que já atuam ou pretendem atuar na área da inclusão através da dança. Serão introduzidos à dança inclusiva, uma forma de atuar que pretende envolver à todos os participantes. Através da dança podemos criar uma ressonância, utilizando a arte como instrumento de diálogo entre os indivíduos com e sem deficiência, possibilitando a expressão entre corpos diferentes.
Coordenação: Daniella Forchetti
Espaço: Sala das Portas

Sala 2: O SOM DA SUCATA

Transformando e Reciclando, esta é a proposta para a oficina O Som da Sucata, construir Instrumentos Musicais com qualidade, diversidade, sonoridade e durabilidade para que se possa Utilizar no dia a dia da Sala de aula e na Experimentação Sonora. Materiais cotidianos e simples que dão formas e sons surpreendentes.
Coordenação: Yurê Kuhlmann
Espaço: Sala do Átrio

Sala 3: O UNIVERSO DO INSTRUMENTAL ORFF

Como trabalhar com Xilofones e Metalofones na Musicalização Infantil. Um Curso introdutório sobre os conceitos básicos da abordagem Orff e seus processos de ensino na Educação musical escolar através dos xilofones e metalofones. A funcionalidade e a praticidade da escala pentatônica e o tratamento melódico/harmônico distribuído nos três naipes do conjunto: baixo, contralto e soprano.
Coordenação: Uirá Kuhlmann
Espaço: Sala dos Arcos

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ATENÇÃO VALORES DE R$ 50,00 (AULAS DE 2 HORAS) E R$ 80,00 (AULAS DE 4 HORAS) SERÃO CONSIDERADOS ATÉ DIA 30/09
A PARTIR DESTA DATA OS VALORES FICARÃO REAJUSTADOS PARA R$ 65,00 E R$ 100,00 RESPECTIVAMENTE ATÉ DIA 19/10
E SE HOUVEREM VAGAS AINDA R$ 80,00 E R$ 125,00 DE 19/10 A 26/10.



TURNO DE AULAS 5 - DOMINGO, 28/10 DE MANHÃ

Carga Horária: 2 horas Horário: 08:00 - 10:00 Vagas: 25 por Oficina Investimento: R$ 50,00 (até dia 30/09)

Sala 1: MIRABOLÂNCIAS PELO MUNDO

A música em movimento, até aonde vai esta brincadeira? Jogos de todo o mundo que se transformam em dança e música, acompanhado por instrumentos estranhos como: copos, pvc, garrafa pet, colheres e bastões.
Coordenação: Estevão Marques
Espaço: Sala das Portas


Sala 2: BOOMWHACKERS!

O Uso dos tubos coloridos denominados de "Boomwhackers" em atividades repletas de brincadeiras, movimento e desafios musicais. Como enriquecer suas aulas com dinâmicas totalmente colaborativas e encenação, histórias e criatividade usando as notas em formas de tubos, ou seria espadas?, muletas?, pilão?
Coordenação: Uirá Kuhlmann
Espaço: Sala do Átrio

Sala 3: MUSICALIZAÇÃO PARA BEBÊS

Curso com o enfoque em conteúdos e procedimentos didáticos utilizáveis na sensibilizacao e estimulacao musical de bebes. Exploração de atividade de musicalizacao nesta faixa etária com base no desenvolvimento motor, sensorial e cognitivo da criança. Ferramentas para preparar o professor , afim de que ele seja expressivo, com embasamento pedagogico,neurologico e musical para o trabalho.
Coordenação: Argene Ivasco (Convidada)
Espaço: Sala dos Arcos

ou continue lendo porque tá acabando





TURNO DE AULAS 6 - DOMINGO, 28/10 DE MANHÃ

Carga Horária: 2 horas Horário: 10:30 - 12:30 Vagas: 25 por Oficina Investimento: R$ 50,00 (até dia 30/09)

Sala 1: BRINCADEIRASONORAS

Uma Verdadeira integração de Jogos de Mãos, de danças e jogos de Movimentação aliados com diversas canções do Cancioneiro Popular e Instrumentação. Muita Energia, Sons e Movimento para fazer você repensar a Educação Musical.
Coordenação: Estevão Marques & Uirá Kuhlmann
Espaço: Sala das Portas

Sala 2: KODALY NOS MODOS E RITMOS BRASILEIROS

Algumas possibilidades de fazer bom uso das escalas modais tão comuns à música brasileira usando o sistema dó-móvel. Leitura de músicas brasileiras adaptadas ao solfejo relativo usado por Kodály, incluindo cânones e o uso de 2 a 3 vozes. Heranças de Portugal e África na canção brasileira. Pequenas soluções práticas para relativizar os conflitos entre o uso do sistema fixo e do sistema móvel.
Coordenação: Teco Galati
Espaço: Sala do Átrio

Sala 3: RITMOS REGIONAIS NA PERCUSSÃO CORPORAL

Do Maracatu a Ciranda, passando por diferentes ritmos brasileiros como Ijexá, Barra vento, Xote, etc.. Descubra a riqueza rítmica brasileira incorporada no seu movimento e no seu instrumento: O corpo.
Coordenação: Yurê Kuhlmann
Espaço: Sala dos Arcos





ufa! acho que agora dá pra se inscrever. Confira só as última informações, sobre prazos, formas de pagamento e se precisar se hospedar temos uma indicação. Até lá então! Smile




ATENÇÃO VALORES DE R$ 50,00 (AULAS DE 2 HORAS) E R$ 80,00 (AULAS DE 4 HORAS) SERÃO CONSIDERADOS ATÉ DIA 30/09
A PARTIR DESTA DATA OS VALORES FICARÃO REAJUSTADOS PARA R$ 65,00 E R$ 100,00 RESPECTIVAMENTE ATÉ DIA 19/10
E SE HOUVEREM VAGAS AINDA R$ 80,00 E R$ 125,00 DE 19/10 A 26/10.


HOTEL INDICADO: HOTEL TURIASSÚ -
CLIQUE PARA NO ÍCONE PARA ACESSAR O SITE -
DIÁRIAS A PARTIR DE R$ 85,00 -
RESERVE COM BASTANTE ANTECEDÊNCIA!
Mapa do Local do Evento: CASA SANTIAGO - RUA DESEMBARGADOR GUIMARÃES, 70 - ÁGUA BRANCA

   

Curiosidades: Jogo de Copos




Veja Também a Postagem: Jogos de copos e mãos...

Link: http://musicalizabrasil.blogspot.com.br/2011/02/educacao-musical-jogos-com-maos-e-copos.html

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Dicas: Vídeos Raros de MPB


A dica de hoje serve para as pessoas que procuram vídeos raros sobre a nossa música brasileira, sobre programas de TV, festivais, e shows.


No You Tube tem o canal do Acervo Paulo Gançalo que conta com pelo menos com 1101 vídeos disponíveis para que você possa pesquisar, assistir e curtir.

Alguns desses vídeos...





link da Canal: http://www.youtube.com/user/PauloGoncaloMPB/videos

link do blog: http://balaiodeimagensmpb.blogspot.com.br/

domingo, 2 de setembro de 2012

Dicas: Marisa Fonterrada: da musicalização infantil e da paisagem sonora


Supertônica


A professora Marisa Fonterrada e Arrigo Barnabé. Julio de Paula

Marisa Fonterrada: da musicalização infantil e da paisagem sonora

 
Julio de Paula | 15.08.2012
“Tem gente com dificuldade de aprender”, diz Arrigo. “Tem gente com dificuldade pra ensinar”, rebate Marisa.

Ainda adolescente, ela se apaixonou pela educação musical. Se especializou no assunto, formou professores, criou cursos e regeu corais de crianças e jovens. Nunca fez teste de vozes: “todos têm capacidade só pelo fato de ser gente”. Chegou a manter um coro dos desafinados. Além de integrar fóruns internacionais e núcleos de pesquisa e prática em educação musical, Marisa Fonterrada está ligada à ecologia sonora.

No Canadá, conheceu o compositor e pensador Murray Schafer, de quem se tornou tradutora e interlocutora. É uma das divulgadoras das ideias em torno do Soundscape – Paisagem Sonora. Integra o The World Forum for Acoustic Ecologie e o The Wolf Project, dedicado à vivência ecológica da obra artística de Schafer.

“A paisagem sonora tem muito significado. As suas lembranças de infância são muito conectadas com os barulhos em volta do lugar onde você mora. E você vai criando uma ligação até afetiva com algumas coisas, tanto por bem quanto por mal, como os sons que te irritaram, referências. No interior, a vida é regulada pelos sons. Os índios da mata, especialmente à noite, quando o som é mais importante que a visão”.


Marisa Trench de Oliveira Fonterrada é professora Livre Docente em Técnicas de Musicalização, Doutora em Antropologia e Mestre em Psicologia da Educação pela PUCSP. Foi diretora do Instituto de Artes da UNESP e da Escola Municipal de Música de São Paulo.

Ouça a entrevista aqui:

Link Original: http://www.culturabrasil.com.br/programas/supertonica/arquivo-11/marisa-fonterrada-da-musicalizacao-infantil-e-da-paisagem-sonora-3
 

Partitura: Hermeto Pascoal Partituras

Lista de músicas disponíveis patra baixar direto do site...

Música do dia: 2 de Setembro de 1996
Clique aqui para mais partituras do Calendário do Som
         
                   
 
 
Link:  http://www.hermetopascoal.com.br/partituras.asp                                                                                                             

Dicas: Hermeto Pascoal e suas canções para download

Beatriz Monteiro em 16/09/09

Um dos maiores nomes da música brasileira, Hermeto Pascoal cedeu todas as composições registradas em seu nome, uma discografia de mais de trinta álbuns para download gratuito.


reproduçãoDeclaração do músico
Declaração do músico


O bilhete, escrito à mão por ele, é uma autorização válida que documenta essa iniciativa de liberação dos direitos autorais do músico. Nele, Pascoal deixa também um recado a quem for usufruir da ação: “Aproveitem bastante”. Ao todo são 614 músicas disponíveis para gravações totais ou parciais.
Confira algumas das músicas já disponibilizadas para download


Hoje, o tema da cultura livre vem se assentando e sendo debatido nas diferentes indústrias, inclusive na fonográfica. A ideia é que todo o bem cultural seja pertencente à sociedade e não a seu criador.
O Catraca Livre pesquisou através do Wikipédia e no site do Creative Commons sobre tipos de licenças encontradas hoje. Segue abaixo o resumo das principais terminologias e o que significam:
Diferentes tipos de licenças:


Creative Commons:
Conhecida também pela sigla CC, essa licença busca a abdicação da autoria em favor do público, essa podendo ocorrer via módulos de licença: total, parcial ou restrito ao uso comercial. O conteúdo dependerá do quanto o autor deseja disponibilizar e licenciar. No Brasil, as licenças livres foram devidamente traduzidas e adaptadas à legislação brasileira, sendo essa representada pelo Centro de Tecnologia e Sociedade, da Faculdade de Direito da Fundação Getúlio Vargas, no Rio de Janeiro.

Atribuição Genérica: Ela permite a livre distribuição do conteúdo, exposição e não impõe limitações para uso comercial, desde que o autor seja citado do modo que ele escolher.


Share Alike: Compartilha da mesma licença Creative Commons só que todos os trabalhos derivados têm que permanecer sob a mesma licença, ou seja, se um trabalho for criado sob Cc-by-SA, todos trabalhos derivados tem que ter a licença Cc-by-SA


Não à Obras Derivadas: Você permite que outras pessoas copiem, distribuam e executem somente cópias exatas da sua obra, mas não obras derivadas.


Uso Não-Comercial: Você pode copiar, reproduzir e distribuir cópias exatas, mas sem fins comerciais


Licenças GNU: Conhecida também por Documentação Livre, são licenças criadas pela Free Software Foundation que permitem a livre circulação, exposição e distribuição, mas não permitem apropriação do material.


Conteúdo aberto: O termo descreve qualquer tipo de trabalho criativo, por exemplo, artigos, imagens, áudio, vídeo que é publicado sob uma licença de copyright não-restritiva e num formato que explicitamente permite a cópia da informação. É uma fonte aberta de informação em que é possível qualquer usuário alterar o conteúdo, com uma revisão parcial.



Link Original: http://catracalivre.folha.uol.com.br/2009/09/hermeto-pascoal-libera-disponibiliza-suas-cancoes-para-gravacoes/

Link: http://www.hermetopascoal.com.br/downloads.asp